Comportamento: você sabe controlar seus impulsos?

Palavras positivas, boas histórias, comportamento sensato, princípios e valores, respeito, enfim, tudo que todos nós queremos mas quase não vemos. Nós queremos tanto o respeito das pessoas, a atenção que algumas pessoas fazem de tudo para consegui-los. Tratam mal, exigem, brigam, ofendem mas esquecem de mudar suas próprias atitudes, esquecem de servir ao outro, de elogiar, de respeitar, de tratar bem, de se importar com os outros… E no entanto exigem do próximo aquilo que ele mesmo não dá.

Nossos impulsos negativos nos atrapalham, nos tornam pessoas negativas e violentas e se não o controlarmos, aos poucos vamos nos tornando pessoas amargas e sem fé, afastando os que amamos e fazendo mal a nós mesmos e todos a nossa volta.

Um bom artigo a respeito dos nossos impulsos você pode ler abaixo ou no link: reflexao.

Uma boa reflexão:

Dominando os impulsos negativos

Você se considera uma pessoa capaz de controlar seus impulsos negativos? De certa forma, os seres racionais possuem meios de dominar os sentimentos negativos, mas, de ordinário, nem todos o fazem.

Aristóteles, um dos grandes sábios da antigüidade, disse, com muita propriedade: qualquer um pode ficar zangado – isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na intensidade correta, no momento adequado, pelos motivos justos e da maneira mais apropriada – isto não é fácil.

Salvo as raras e felizes exceções, não costumamos controlar, racionalmente, os impulsos negativos que brotam da nossa intimidade nos momentos de ira.

É muito comum, quando nos sentimos acuados, perdermos totalmente o controle das emoções e investirmos contra a primeira pessoa que tenha a infelicidade de cruzar o nosso caminho naquele momento.

Não passa pela nossa mente, turbada pela ira, que aquela pessoa não é responsável pela nossa desdita, e a agredimos com palavras ácidas.

Isso é muito comum acontecer com os pais em relação aos filhos. Se estamos nervosos ou cansados e a criança se aproxima para nos pedir algo ou fazer alguma pergunta, despejamos sobre ela todo o fel que estava engasgado.

E o pior é que, junto com as palavras, vão as nossas vibrações desequilibradas, que atingem os pequenos como uma bomba tóxica.

Não raro, as crianças absorvem essas vibrações e acabam enfermando.

De outras vezes, mesmo que não lhes falemos nada, elas sentem nossas emoções descontroladas e passam a apresentar sintomas de nervosismo e irritação.

Ademais, os profissionais da área já alertaram para os malefícios que a ira causa a quem a agasalha na intimidade.

Pessoas que se irritam com facilidade ou se deixam corroer pelo ódio, pelo rancor, não raro desenvolvem cânceres variados.

Assim sendo, vale a pena investirmos um pouco mais na educação dos nossos impulsos, para nosso próprio bem.

Seres racionais que somos, devemos ponderar, antes de qualquer explosão, se estamos nos zangando com a pessoa certa.

Se a intensidade da nossa ira está correta. Se o momento é adequado. Se os motivos são justos, e se a maneira é apropriada ou não.

Algumas pessoas dirão: “mas na hora da raiva a gente não pensa, por isso, não é fácil.”

E não estamos dizendo que é fácil, mas afirmamos que é possível, basta um pouco de vontade.

Se fizermos uso da nossa razão antes de nos deixarmos tomar pela ira, certamente concluiremos que a atitude mais sábia é a de mantermos a calma, sempre.

Equipe de redação do Momento espírita

AnitaMulher.com.br

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