Saiba identificar problemas emocionais na infância

Os pais podem não perceber, não reconhecer ou não aceitar problemas emocionais em seus filhos, o que retardaria a atenção ao problema. Quanto aos educadores, muitas vezes são eles os primeiros a observar os sintomas iniciais de um problema psiquiátrico na infância e adolescência.

Essa facilidade deve-se a não ter o mesmo envolvimento afetivo que os pais têm para com seus filhos. Além disso, estando preparados, os educadores são as pessoas mais adeqüadas para orientar os pais sobre um possível transtorno dessa natureza.
Alguns sinais que a criança pode manisfestar são:

  • isolamento
  • prejuízo no relacionamento com outras crianças de sua idade, tanto no âmbito escolar como social, tal como o retraimento e a falta de comunicação
  • uma ruptura brusca na evolução e desenvolvimento normais da criança ou adolescente.
  • mudança de comportamento e rendimento escolar, pode indicar que algo pode estar acontecendo na esfera psíquica

Em crianças e adolescentes os transtornos mais comuns são aqueles relativos a depressão, transtornos de aprendizagem, déficit de atenção e hiperatividade, transtornos de comportamento, de ansiedade, doenças psicossomáticas, problemas de personalidade e, menos freqüentemente, o autismo e a esquizofrenia.

A incidência desses transtornos psiquiátricos nas crianças e adolescentes varia com a idade, com o sexo e o nivel socio-econômico. A depressão, por exemplo, embora seja comum em qualquer didade e nos dois sexos, tem sintomas diferentes; nos meninos pode manifestar-se como rebeldia, agressividade e irritabilidade, nas meninas com isolamento, fobias e ansiedade.

É extremamente importante que os pais estejam atentos ao comportamento dos seus filhos, as vezes o problema pode ser resolvido com um pouco mais de atenção, sabendo escutar o que o filho tem a dizer, e prestando mais atenção nas suas atitudes, no comportamento do dia-a-dia. Se houver alguma situação que não saiba como lidar, vale buscar a ajuda de um profissional ou educador.

Fonte: virtualpsy.locaweb.com.br

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