Dicas para as Mães: Como conciliar Trabalho e Filhos?

Ser mulher hoje em dia significa assumir várias identidades para cumprir com o seu papel social, profissional, conjugal e familiar. Diante das multifunções agregadas, a mulher precisa correr contra o tempo e o mercado de trabalho para progredir profissionalmente e também realizar o sonho de ser mãe.

Geralmente, elas passam pelo dilema de se afastar da carreira temporariamente para cuidar dos filhos. Mas passado esse período, retornar ao mercado de trabalho pode ser bem difícil.

Como solução, algumas empresas criam estratégias para conciliar a vida profissional e maternal da funcionária, proporcionando mais qualidade de vida, sem que haja prejuízos tanto para a instituição, quanto para a beneficiada.

No Colégio Itatiaia, uma das alternativas é tornar os filhos das funcionárias em alunos. Assim, as mães acompanham o desenvolvimento da criança e ficam próximas dos filhos enquanto trabalham.

A secretária Ana Rita Teixeira é mãe do Pedro, de seis anos e Eduardo, de um. Os dois são alunos do Itatiaia e estão lá desde os quatro meses de vida. “Nas minhas duas gestações, assim que eu anunciei que estava grávida a direção do Colégio me antecipou que eu poderia trazer meu filho após a licença maternidade e foi o que fiz”, conta Ana.

Nas duas licenças, ela se dedicou exclusivamente aos cuidados dos filhos. Passado esse período, retomou seu posto de trabalho com os filhos já matriculados. “Felizmente tive esse amparo do Colégio. Agora consigo produzir muito melhor sabendo que meus filhos estão bem”, diz a secretária.

A coordenadora Priscila Manetta também faz parte desse grupo. Ela é mãe do Mário, que tem cinco anos, mas está no Colégio Itatiaia desde os quatro meses de vida. “Assim que descobri que estava grávida, diferente de muitas mães, não me preocupei como seria o depois porque já sabia que meu bebê viria para cá e eu continuaria trabalhando”, afirma Priscila.

Ela conta que sua adaptação com esta nova rotina foi tranquila, mas quando Mário alcançou um ou dois anos, ele começou a perceber a presença dela e que não poderia ficar com a mãe naquele momento.

“Da mesma forma quando o pai ou a mãe se afasta e o filho chora, essa foi a minha situação com o Mário, o que é natural. O jeito foi resistir e ter muita paciência até que essa fase passasse e ele entendesse que estou lá trabalhando”.

Para essas mães, a preocupação em conciliar carreira e maternidade não existe mais, já que este conceito mais humano de trabalhar fortalece a parceria entre funcionários e empresa, deixando todos satisfeitos.

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